Prevenir é melhor do que remediar

a prevenção de conflitos como acesso à justiça

Autores/as

  • Daldice Santana Desembargadora Federal do TRF3
  • Bruno Takahashi Justiça Federal de Primeiro Grau em São Paulo

Palabras clave:

Prevenção de conflitos, Acesso à justiça, Meios consensuais, Gestão jurídica

Resumen

O artigo aborda a prevenção de conflitos como parte essencial do conceito ampliado de acesso à justiça, propondo uma visão proativa do sistema jurídico. Os autores defendem que prevenir disputas é tão importante quanto resolvê-las, sendo papel do Estado e das instituições promover informações claras sobre direitos, incentivar o diálogo e criar mecanismos de gestão preventiva. São analisadas práticas organizacionais, como ombudsman, dispute boards e centros de inteligência, que detectam causas estruturais de litígios e evitam sua repetição. Destacam, também, o papel dos meios consensuais — conciliação e mediação — como instrumentos transformativos, capazes de gerar aprendizado e reduzir judicializações futuras. Concluem que prevenir conflitos fortalece a cidadania, melhora a eficiência judicial e concretiza o acesso à ordem jurídica justa.

Biografía del autor/a

Daldice Santana, Desembargadora Federal do TRF3

Desembargadora Federal do TRF3. Presidente da Comissão Permanente de Informática do TRF3. Coordenadora dos Juizados Especiais Federais da Justiça Federal da 3ª Região (2022-2024). Conselheira do CNJ (2015-2017 e 2017-2019), onde presidiu a então Comissão de Acesso à Justiça e o Comitê Gestor da Conciliação.

Bruno Takahashi, Justiça Federal de Primeiro Grau em São Paulo

Doutor e Mestre em Direito Processual pela Universidade de São Paulo. Juiz Federal. Coordenador da Central de Conciliação de São Paulo (biênios 2018-2020 e 2020-2022). Membro do Comitê Gestor Nacional da Conciliação (2016 a 2019).

Publicado

2025-12-16

Cómo citar

Santana, D. ., & Takahashi, B. (2025). Prevenir é melhor do que remediar: a prevenção de conflitos como acesso à justiça. Revista De Direito Da ADVOCEF, 21(39), 383–398. Recuperado a partir de https://revista.advocef.org.br/index.php/ra/article/view/496

Número

Sección

Artigos Gerais